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terça-feira, 18 de maio de 2010

“Em última análise, o filme "The Insider", de Michael Mann, confirma ou refuta a tese de Herman e Chomsky? Porquê?”


Noam Chomsky e Edward Herman assentam o seu viés sistémico face aos meios de comunicação, expressamente enunciado na obra de Michael Mann, “The Insider”.

Destaque proeminente aos benefícios económicos cuja intenção sublinha esse aspecto específico, não necessariamente uma perseguição em torno da sociedade. No decorrer da tendência levada a cargo por uma ou mais pessoas, onde políticas imparciais e justas para a sociedade entendidas como um todo, são vetadas no incumprimento que não saliente comprometimento das empresas, assumindo verdades de terceiros a um plano financeiro.

Parte substancial dos principais meios de comunicação, pertencerem a grandes quadros empresariais, especialmente empresas de capital aberto. Receitas provenientes não dos seus leitores, mas através da publicidade promovendo as vendas entre disputas da concorrência, num viés subliminar a quem distribui o poder entre os responsáveis nos mais altos postos governamentais.

Os media transformam-se em impressas ‘telecomandadas’, orientações que permitam garantir a estabilidade dos lucros por objectivo de vendas alvo a que se destinam. Antevendo por isso, publicações noticiosas que reflectem as necessidades fundamentais das empresas anunciantes, o leitor é colocado em segundo plano.

A verdade tende a passar factura, nunca fora isenta de imposto, incidindo sobre a matéria traduzindo uma plataforma de capital de efeito dominó. Grandes empresas e instituições governamentais são o suporte maior à qual os meios de comunicação se tornam indissociáveis. Mais uma crítica protagonizada por grupos de pressão específicos, pressionando as empresas dos meios de comunicação caso estas saiam de uma linha editorial onde a matéria se revele pouco prestigiante na alusão face à credibilidade que surta um efeito desconstrutivo, não abonando o grupo em discussão.

Não se trate somente de uma sistema que vê camuflado, a propaganda em “backstage” em alusões de hipotética conspiração, mas sim um mecanismo de defesa por parte de quem é mais poderoso economico e politicamente. Mecanismos esses que possibilitam a determinado grupo de indivíduos discutir o que é tornado público ou não, o que passa a fazer parte de uma esfera pública em consentimento democrático, a perfeita sociedade intimista, que aprofunda um falso código de credibilidade que vigora de uma acção tornada comum, ainda que redefinida por quem detêm o poder na esfera privada da informação.

domingo, 2 de maio de 2010

Patrick Wolf - Pumpkin Soup - Lola's Room, Portland, OR 2007




Feliz Dia da Mãe
=)

Sometimes in the evening i find a green spot in this town
And i hide myself thinking of those circling skies
it takes me back to another time of duffel coats
And drawing lines in the late september evening sand
the pumpkin soup on the table as warm as the evening sun
A glow from the future a sorrow yet to be undone
Autumns brown sturdy fingers are embedding bouquets up and down your spine
Embrace the moment for everything changes and all this will too
today you debut your birthday bike on the hill
its so beautiful but things are gonna change
the pumpkin soup on the table the late september sun
A glow from the future a sorrow yet to be passed on
the circling sky of seagulls the late september sun
A glow from the future a sorrow yet to be undone
undone

pedal home pedal home your mother is baking your favourite apples this evening
theres soup on the table but dont let go cold no no no
As you push your bike up the garden path you turn to the ocean
You watch as autumn takes its last breath of summer.
the pumpkin soup on the table the late september sun
just dream of a future and then the sorrow is

Johansson


Aos que se convêm, aos que se dispõem das rápidas sensações passageiras que não tendem a dar gordas percepções monoteístas, quer pelo comum acordo quer por sinceras posturas desabotoadas servidas de uma dextra regalia onde, convínhamos assim, se subtrai uma apática expectativa dos improvisos que entre campos se vêm adiados.
Um novo século que não precisa de novidades recentes, lucra dos seus improvisos para que se consiga adaptar ao encaixe de um amigo.
Ouvir esta forma de estar, deixa sempre valer a pena uma chegada invalidada pela demora que não se soube deixar estar no seu lugar.
Quanto pesa a felicidade de uma pessoa?
Pesará aquilo que tu quiseres que ela pese.
Uma resposta que dou como garantida, mas sou comodista o suficiente para deixar o limiar da honestidade suficientemente ao escancaro, para que não me torne num indesejado da pressa circense onde resumir os sentimentos de uma vida é chamar-lhe felicidade elitista, distâncias tardias que são um valente contributo prestado.
É por estarmos mais longe na indiscutível força da nossa forma, que mentimos à ingenuidade audaz do instinto.

qual a responsabilidade dos media Norte-Americanos na decisão do Governo de Bush em iniciar uma guerra contra o Iraque?


Eu não compreendo o efeito dos média como condicionante que promove o princípio de uma Guerra, ainda que seja seu cúmplice num patrocínio passivo.

Concluo que os média se tornaram uma peça estratégica no que capta a essência da política de medo no governo de Bush, capaz de suprimir qualquer conceito por pior que este se torne, em defesa de um suposto bem maior.

Uma eventual guerra não se encara de ânimo leve, não obstante, os média foram a ferramenta que filtrou toda uma legitimidade para com as atitudes tomadas pelo Estado Norte-americano, orquestrando a formatação precisa à verdade dos seus eleitores, isto é, uma mentira suportável para evitar danos maiores aos que possam prejudicar o conservadorismo pelo qual se move o partido Republicano em atenções mais extremistas silenciosas.

Por tudo isto, digo que os média tiveram alguma responsabilidade, na medida que a propaganda surge em torno de vários lobbies, respondendo assim perante uma agenda política que satisfaz interesses partidários do grupo Republicano.

O que estaria em causa seria a afirmação dos E.U.A como super potência ao nível global, numa campanha de intimidação que disciplinasse o conhecimento geral da nação o que garantia um avale social para agirem conforme pretendessem.

Os média conduziram esse medo, através das plataformas multimédia com as quais interagimos, destacando informação cada vez mais rápida e ao maior número de pessoas. Há a manipulação dos chefes de Estado em agir conforme os seus interesses, mas os media relatam essa situação sem necessariamente a aprofundar.

Em avaliações á posteriori desmonta-se uma série de evidências que deixam claro o processo que ocorreu em torno de determinada actividade, ainda que já houvesse consciência desses factos mas que obedecem às manipulações levadas a cabo por interesses superiores.

será notícia?


Em debarte centra-se a pertinente abordagem ao foco notícioso posto em prática pelos esforços dos profissionais da comunicação, à emergência de responder ao proveito de toda uma esfera social, numa medida que procure respostas que informem através da novidade direccionando essas escolhas temáticas.

Revistas e Jornais, o desperta de interesse na Rádio ou Televisão são o principal suporte da vontade que discute esta difusão, ao substituir polemicas que se justificam pelas provas do Novo e Velho Jornalismo, os ritmos da Notícia sofreram um convite comercial que alia a mercadoria ao saber interventivo. De todas as notícias enumeradas por Artur Albarran, achei curioso como uma delas é discretamente ignorada, enquando que hoje faz parte dum dos principais temas da actualidade, falo por isso da história do Homem que foi julgado e ao mesmo tempo elibado, por falta de provas, na violação de menor. A história consiste num apelo à necessidade de compreensão pelo conteúdo de novidade à praxis dos acessórios da imprensa, proximidade perante a gravidade da situação, prevenir este género de ameaças que nos vitimizam. Reconhecer os disfarces destes predadores como alerta que evite episódios como o rapto, violações, culminando na morte dos menores.