
Eu não compreendo o efeito dos média como condicionante que promove o princípio de uma Guerra, ainda que seja seu cúmplice num patrocínio passivo.
Concluo que os média se tornaram uma peça estratégica no que capta a essência da política de medo no governo de Bush, capaz de suprimir qualquer conceito por pior que este se torne, em defesa de um suposto bem maior.
Uma eventual guerra não se encara de ânimo leve, não obstante, os média foram a ferramenta que filtrou toda uma legitimidade para com as atitudes tomadas pelo Estado Norte-americano, orquestrando a formatação precisa à verdade dos seus eleitores, isto é, uma mentira suportável para evitar danos maiores aos que possam prejudicar o conservadorismo pelo qual se move o partido Republicano em atenções mais extremistas silenciosas.
Por tudo isto, digo que os média tiveram alguma responsabilidade, na medida que a propaganda surge em torno de vários lobbies, respondendo assim perante uma agenda política que satisfaz interesses partidários do grupo Republicano.
O que estaria em causa seria a afirmação dos E.U.A como super potência ao nível global, numa campanha de intimidação que disciplinasse o conhecimento geral da nação o que garantia um avale social para agirem conforme pretendessem.
Os média conduziram esse medo, através das plataformas multimédia com as quais interagimos, destacando informação cada vez mais rápida e ao maior número de pessoas. Há a manipulação dos chefes de Estado em agir conforme os seus interesses, mas os media relatam essa situação sem necessariamente a aprofundar.
Em avaliações á posteriori desmonta-se uma série de evidências que deixam claro o processo que ocorreu em torno de determinada actividade, ainda que já houvesse consciência desses factos mas que obedecem às manipulações levadas a cabo por interesses superiores.

Sem comentários:
Enviar um comentário