
Aos que se convêm, aos que se dispõem das rápidas sensações passageiras que não tendem a dar gordas percepções monoteístas, quer pelo comum acordo quer por sinceras posturas desabotoadas servidas de uma dextra regalia onde, convínhamos assim, se subtrai uma apática expectativa dos improvisos que entre campos se vêm adiados.
Um novo século que não precisa de novidades recentes, lucra dos seus improvisos para que se consiga adaptar ao encaixe de um amigo.
Ouvir esta forma de estar, deixa sempre valer a pena uma chegada invalidada pela demora que não se soube deixar estar no seu lugar.
Quanto pesa a felicidade de uma pessoa?
Pesará aquilo que tu quiseres que ela pese.
Uma resposta que dou como garantida, mas sou comodista o suficiente para deixar o limiar da honestidade suficientemente ao escancaro, para que não me torne num indesejado da pressa circense onde resumir os sentimentos de uma vida é chamar-lhe felicidade elitista, distâncias tardias que são um valente contributo prestado.
É por estarmos mais longe na indiscutível força da nossa forma, que mentimos à ingenuidade audaz do instinto.

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